Você já deve ter visto alguns imóveis com garrafas plásticas de refrigerante, dessas do tipo péti, com dois litros de capacidade, cheias d’água, sobre a caixa de proteção do medidor de energia elétrica. A cena é curiosa, mas em algumas localidades, as casas que não têm, passaram a ser exceção. Em geral, o morador recebe a indicação de algum parente ou vizinho, que garantem que há redução do consumo de energia e por conseqüência, economia no pagamento da fatura mensal. Mas, será que isso realmente funciona? Qual o fundamento científico para justificar tal redução?
A Companhia Paulista de Força e Luz - CPFL, em seu site http://www.cpfl.com.br/cpflnasescolas/faleconosco.asp, afirma que é mentira (nesses termos) e alerta que o consumidor poderá ter um prejuízo, caso haja vazamento para dentro da caixa do medidor, o que pode causar um curto-circuito. Entretanto, não faz qualquer referência a algum experimento realizado para negar a funcionalidade desse artifício.
A experiência mais contundente, de caráter científico, foi realizada pelos estudantes de Física e Engenharia Elétrica da PUC-RS. Eles ligaram dois contadores de energia, que eram alimentados pela rede elétrica convencional doméstica (127 V), com carga fixa e mediram a energia consumida sem as garrafas d’água por perto, por um período de dois meses. Nos cinco meses posteriores, os contadores permaneceram nas mesmas posições, com a mesma carga do evento anterior, mas desta vez, num deles, foram colocadas quatro garrafas d’água e novamente foi medida a energia consumida.
O resultado do experimento mostrou que não houve qualquer alteração da energia consumida nas duas situações, não deixando qualquer dúvida, de que a colocação das garrafas de água sobre o medidor de energia não produz qualquer efeito físico que justifique a crença popular.
E o que dizer das pessoas que afirmam que sua conta mensal de energia diminuiu? A idéia mais razoável é a de que, a presença das garrafas sobre o medidor, num lugar visível do imóvel, atue como um fator psicológico de motivação para o morador, levando-o a lembrar da necessidade de economizar energia elétrica e resultar na redução do consumo. Portanto, presume-se que o efeito é, meramente, de caráter psicológico e não físico, para validar essa hipótese.
Por outro lado, não é demais lembrar, que burlar a aferição do medidor de energia é crime capitulado no Código Penal, art. 155, parágrafo 3º, conhecido como “furto de energia”. Portanto, a regra para economizar energia é desligar lâmpadas de aposentos não utilizados e o uso mais racional de aparelhos eletrodomésticos de grande consumo.
A Companhia Paulista de Força e Luz - CPFL, em seu site http://www.cpfl.com.br/cpflnasescolas/faleconosco.asp, afirma que é mentira (nesses termos) e alerta que o consumidor poderá ter um prejuízo, caso haja vazamento para dentro da caixa do medidor, o que pode causar um curto-circuito. Entretanto, não faz qualquer referência a algum experimento realizado para negar a funcionalidade desse artifício.
A experiência mais contundente, de caráter científico, foi realizada pelos estudantes de Física e Engenharia Elétrica da PUC-RS. Eles ligaram dois contadores de energia, que eram alimentados pela rede elétrica convencional doméstica (127 V), com carga fixa e mediram a energia consumida sem as garrafas d’água por perto, por um período de dois meses. Nos cinco meses posteriores, os contadores permaneceram nas mesmas posições, com a mesma carga do evento anterior, mas desta vez, num deles, foram colocadas quatro garrafas d’água e novamente foi medida a energia consumida.
O resultado do experimento mostrou que não houve qualquer alteração da energia consumida nas duas situações, não deixando qualquer dúvida, de que a colocação das garrafas de água sobre o medidor de energia não produz qualquer efeito físico que justifique a crença popular.
E o que dizer das pessoas que afirmam que sua conta mensal de energia diminuiu? A idéia mais razoável é a de que, a presença das garrafas sobre o medidor, num lugar visível do imóvel, atue como um fator psicológico de motivação para o morador, levando-o a lembrar da necessidade de economizar energia elétrica e resultar na redução do consumo. Portanto, presume-se que o efeito é, meramente, de caráter psicológico e não físico, para validar essa hipótese.
Por outro lado, não é demais lembrar, que burlar a aferição do medidor de energia é crime capitulado no Código Penal, art. 155, parágrafo 3º, conhecido como “furto de energia”. Portanto, a regra para economizar energia é desligar lâmpadas de aposentos não utilizados e o uso mais racional de aparelhos eletrodomésticos de grande consumo.
Um comentário:
haha essa e velha essa lenda quando eu era criaça ia na casa dos meus tios e via um monte de garrafa agora eu sei o por que kkk parabéns pelo blog amigo
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