A descoberta de ondas eletromagnéticas e sua possibilidade de transmissão no espaço entre pontos distantes, sem a necessidade de meios físicos para a comunicação, abriu caminho para uma revolução na tecnologia das telecomunicações à distância. O crescimento da utilização das ondas de rádio como meio de comunicação, culminaram com a criação das estações de rádio AM e FM, televisão e sistemas de comunicação civis e militares. E a partir da compactação de circuitos e produção de baterias de pequeno porte, mas com grande capacidade de carga, veio a telefonia móvel celular.
A radiação eletromagnética é classificada de acordo com o valor da freqüência na qual se propagam as ondas eletromagnéticas. Na figura abaixo, é mostrado o espectro eletromagnético, ordenado por freqüência e por aplicações. Cada faixa de freqüência indica diferentes tipos de radiação. Assim, a REM emitida em alta freqüência é chama de ionizante, em baixa freqüência é dita não-ionizante.
A radiação eletromagnética é classificada de acordo com o valor da freqüência na qual se propagam as ondas eletromagnéticas. Na figura abaixo, é mostrado o espectro eletromagnético, ordenado por freqüência e por aplicações. Cada faixa de freqüência indica diferentes tipos de radiação. Assim, a REM emitida em alta freqüência é chama de ionizante, em baixa freqüência é dita não-ionizante.
Outra forma de definir os tipos de radiação é pela quantidade de energia que transportam. Se os níveis de energia forem altos, acima de 10 elétron-volts, diz-se radiação ionizante, se forem baixos, abaixo de 10 elétron-volts, serão consideradas não-ionizantes. O valor de 10 elétron-volts é a energia necessária para retirar um elétron de sua órbita no átomo e provocar mudanças na matéria atingida.
Radiação ionizante
A radiação é dita ionizante quando transporta energia suficiente para provocar rupturas de ligações químicas no átomo, alterando o seu estado físico e fazendo com que este fique carregado eletricamente, ou seja, ionizado. É o que ocorre na faixa de freqüência dos raios X e raios gama, que operam acima de 30 GHz.
Os efeitos nocivos causados à saúde humana pela REM ionizante são bem conhecidos pela ciência e por grande parte da população. A exposição a esses raios em doses excessivas, provoca alterações na estrutura do DNA das células, causando mutação genética, câncer cerebral e linfático.
Radiação não-ionizante
A radiação não-ionizante é aquela cuja energia não é suficiente para retirar elétrons dos átomos, provocando apenas a sua excitação e levando os elétrons para camadas mais externas, sem serem ejetados. A REM não-ionizante não é capaz de provocar ionização nos átomos, entretanto, seu principal efeito é térmico, pois, provoca o aquecimento dos tecidos pela energia absorvida. Esse efeito não provoca necessariamente riscos à saúde, pois, a pele humana aquece ao receber os raios solares, que é um efeito biológico, entretanto, os riscos de queimaduras só ocorrerão se os limites de exposição solar não forem obedecidos.
As radiações não-ionizantes estão na faixa abaixo do ultravioleta, conforme se observa no espectro eletromagnético da figura. São utilizadas nos sistemas de comunicação, tais como rádio, TV, telefonia celular e radar. Essa REM, além de provocar o aumento de temperatura dos tecidos (efeito térmico), “podem provocar alguns efeitos não térmicos tais como polarização ou vibração das moléculas ou células constituintes dos tecidos”.
Radiação ionizante
A radiação é dita ionizante quando transporta energia suficiente para provocar rupturas de ligações químicas no átomo, alterando o seu estado físico e fazendo com que este fique carregado eletricamente, ou seja, ionizado. É o que ocorre na faixa de freqüência dos raios X e raios gama, que operam acima de 30 GHz.
Os efeitos nocivos causados à saúde humana pela REM ionizante são bem conhecidos pela ciência e por grande parte da população. A exposição a esses raios em doses excessivas, provoca alterações na estrutura do DNA das células, causando mutação genética, câncer cerebral e linfático.
Radiação não-ionizante
A radiação não-ionizante é aquela cuja energia não é suficiente para retirar elétrons dos átomos, provocando apenas a sua excitação e levando os elétrons para camadas mais externas, sem serem ejetados. A REM não-ionizante não é capaz de provocar ionização nos átomos, entretanto, seu principal efeito é térmico, pois, provoca o aquecimento dos tecidos pela energia absorvida. Esse efeito não provoca necessariamente riscos à saúde, pois, a pele humana aquece ao receber os raios solares, que é um efeito biológico, entretanto, os riscos de queimaduras só ocorrerão se os limites de exposição solar não forem obedecidos.
As radiações não-ionizantes estão na faixa abaixo do ultravioleta, conforme se observa no espectro eletromagnético da figura. São utilizadas nos sistemas de comunicação, tais como rádio, TV, telefonia celular e radar. Essa REM, além de provocar o aumento de temperatura dos tecidos (efeito térmico), “podem provocar alguns efeitos não térmicos tais como polarização ou vibração das moléculas ou células constituintes dos tecidos”.

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