Nos centros urbanos das grandes cidades sempre houve uma concentração de fontes artificiais de radiação eletromagnética, onde principalmente, antenas transmissoras de rádio FM e TV irradiam energia eletromagnética no ambiente. Com o avento da telefonia celular, um número crescente de torres foram instaladas em zonas residenciais, cujos efeitos vieram a somar-se com os de outras fontes emissoras já em operação (Senise, 2002). Preocupados com o aumento dos níveis de radiação eletromagnética não ionizante no ambiente e os seus efeitos sobre a população, pesquisadores realizam estudos para medir o nível de intensidade dos campos eletromagnéticos irradiados em algumas cidades, dentre os quais, destaca-se:
i) Em São Paulo: Alessio Filho; Lamparelli & Hernandez (1987) realizaram medições das radiações não ionizantes presentes na Avenida Paulista do município de São Paulo, onde há uma concentração de pessoas e emissoras de FM e TV que operam na faixa de 55 MHz a 220 MHz. Os resultados obtidos indicam uma variação da densidade de potência de para o nível do solo até na cobertura do Edifício Gazeta, onde se encontra instalada uma torre de transmissão com algumas antenas irradiantes. Segundos os autores a área configura-se de risco potencial para a saúde ambiental, uma vez que os dados revelaram níveis de radiação superiores aos padrões russos, embora sejam inferiores aos critérios de proteção à saúde nos Estados Unidos e outros países.
O Instituo de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo - IPT realizou medidas de campos eletromagnéticos nas proximidades de quatro ERB’s no campus da Universidade de São Paulo - USP, obtendo os resultados expressos na Tabela 1 (Fonte IPT). Esses resultados indicam, comparativamente com medidas realizadas em 1986 pela CETESB, que houve um aumento de 4,8 vezes na densidade de potência na região nos últimos 16 anos para a faixa de TV, VHF e FM.
TABELA 1 – DENSIDADE DE POTÊNCIA S MEDIDA NA CIDADE DE SÃO PAULO
Local IPT Raia CRUSP ICB
S (µW/cm²) 0,042 0,0059 0,027 0,053
ii) Em Salvador: Costa e Silva (2003) cita que o Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Bahia realizou medidas em locais onde uma pessoa possa ir sem qualquer aviso sobre a existência de campos eletromagnéticos. Os resultados obtidos após mais de 400 medidas oscilam entre 0,1 até 300 V/m, sendo encontrado também valores maiores de 9 V/m.
iii) No Distrito Federal: O físico José Marcondes Barbosa in Alves (2003) mediu a intensidade dos campos eletromagnéticos em alguns pontos da cidade de Brasília e apontou áreas com maiores índices desses campos, dentre as quais destaca-se: a Praça dos Três Poderes, a Esplanada dos Ministérios, o Setor Hoteleiro Sul e o Norte, o Setor Policial Sul e os Setores de Rádio e TV Sul e Norte.
i) Em São Paulo: Alessio Filho; Lamparelli & Hernandez (1987) realizaram medições das radiações não ionizantes presentes na Avenida Paulista do município de São Paulo, onde há uma concentração de pessoas e emissoras de FM e TV que operam na faixa de 55 MHz a 220 MHz. Os resultados obtidos indicam uma variação da densidade de potência de para o nível do solo até na cobertura do Edifício Gazeta, onde se encontra instalada uma torre de transmissão com algumas antenas irradiantes. Segundos os autores a área configura-se de risco potencial para a saúde ambiental, uma vez que os dados revelaram níveis de radiação superiores aos padrões russos, embora sejam inferiores aos critérios de proteção à saúde nos Estados Unidos e outros países.
O Instituo de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo - IPT realizou medidas de campos eletromagnéticos nas proximidades de quatro ERB’s no campus da Universidade de São Paulo - USP, obtendo os resultados expressos na Tabela 1 (Fonte IPT). Esses resultados indicam, comparativamente com medidas realizadas em 1986 pela CETESB, que houve um aumento de 4,8 vezes na densidade de potência na região nos últimos 16 anos para a faixa de TV, VHF e FM.
TABELA 1 – DENSIDADE DE POTÊNCIA S MEDIDA NA CIDADE DE SÃO PAULO
Local IPT Raia CRUSP ICB
S (µW/cm²) 0,042 0,0059 0,027 0,053
ii) Em Salvador: Costa e Silva (2003) cita que o Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Bahia realizou medidas em locais onde uma pessoa possa ir sem qualquer aviso sobre a existência de campos eletromagnéticos. Os resultados obtidos após mais de 400 medidas oscilam entre 0,1 até 300 V/m, sendo encontrado também valores maiores de 9 V/m.
iii) No Distrito Federal: O físico José Marcondes Barbosa in Alves (2003) mediu a intensidade dos campos eletromagnéticos em alguns pontos da cidade de Brasília e apontou áreas com maiores índices desses campos, dentre as quais destaca-se: a Praça dos Três Poderes, a Esplanada dos Ministérios, o Setor Hoteleiro Sul e o Norte, o Setor Policial Sul e os Setores de Rádio e TV Sul e Norte.
iv) Em Minas Gerais: Paulino (2001) realizou medidas nas proximidades de ERB’s na cidade de Belo Horizonte, encontrando valores típicos de densidade de potência de 0,002 W/m²; valores máximos, para antenas instaladas em torres, de 0,01 W/m² e 0,2 W/m² para antenas instaladas em prédios. Segundo o autor, no caso mais crítico a densidade de potência das antenas das ERB’s é cerca de 20 vezes menor que a densidade máxima recomenda pela ANATEL.
v) No município de Macapá-AP, não há registro na Secretaria Municipal de Meio Ambiente de medições realizadas com o intuito de verificar os níveis de poluição eletromagnética na sua área urbana, o que pode ser justificado pela ausência de legislação específica sobre a matéria, até a data da conclusão deste trabalho. Entretanto, o número de antenas instaladas vem aumentando nos últimos anos, principalmente do serviço móvel celular. Segundo dados fornecidos pela ANATEL (2004), em Macapá, até fevereiro de 2004, foram instaladas 33 ERB’s, e somente no ano 2003, pelo menos quinze (15) entraram em operação. A Tabela 2 mostra a distribuição de ERB’s de acordo com a operadora.
TABELA 2 – OPERADORAS DO SISTEMA MÓVEL CELULAR EM MACAPÁ
OPERADORA - ESTAÇÕES
Amazônia Celular 14
Vivo 04
TIM 15
v) No município de Macapá-AP, não há registro na Secretaria Municipal de Meio Ambiente de medições realizadas com o intuito de verificar os níveis de poluição eletromagnética na sua área urbana, o que pode ser justificado pela ausência de legislação específica sobre a matéria, até a data da conclusão deste trabalho. Entretanto, o número de antenas instaladas vem aumentando nos últimos anos, principalmente do serviço móvel celular. Segundo dados fornecidos pela ANATEL (2004), em Macapá, até fevereiro de 2004, foram instaladas 33 ERB’s, e somente no ano 2003, pelo menos quinze (15) entraram em operação. A Tabela 2 mostra a distribuição de ERB’s de acordo com a operadora.
TABELA 2 – OPERADORAS DO SISTEMA MÓVEL CELULAR EM MACAPÁ
OPERADORA - ESTAÇÕES
Amazônia Celular 14
Vivo 04
TIM 15
As ondas de rádio, na qual as principais aplicações são as emissoras de rádio e televisão, são segundo Sabbatini (2003), 500 a 1000 vezes mais potentes do que as antenas das ERBS, o que explica o seu número reduzido de torres, pois, uma estação de FM ou TV cobre uma área de até 40 km de raio, enquanto uma estação celular atinge áreas que vão de 100 m a 5 km de raio, necessitando de um número maior de torres para seu funcionamento no interior das cidades (Costa e Silva, 2003). Segundo dados da ANATEL (2004) estão em funcionamento no município de Macapá-AP 10 emissoras de televisão e 11 de radiodifusão sonora, nas faixas de freqüências mostradas na Tabela 3.
TABELA 3 – EMISSORAS DE TELEVISÃO E RADIODIFUSÃO
TIPO - SISTEMA - EMISSORAS
TELEVISÃO VHF 03
TELEVISÃO UHF 01
TELEVISÃO RTV 06
RADIODIFUSÃO FM 06
RADIODIFUSÃO OM 03
RADIODIFUSÃO OT 02
TABELA 3 – EMISSORAS DE TELEVISÃO E RADIODIFUSÃO
TIPO - SISTEMA - EMISSORAS
TELEVISÃO VHF 03
TELEVISÃO UHF 01
TELEVISÃO RTV 06
RADIODIFUSÃO FM 06
RADIODIFUSÃO OM 03
RADIODIFUSÃO OT 02
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