Com o crescimento da utilização de equipamentos elétricos e eletrônicos, dentre os quais pode-se citar o telefone celular, que irradiam campos eletromagnéticos, várias publicações científicas sugerem haver ligação entre esses campos e efeitos biológicos de natureza não térmica. Outros, no entanto, afirmam não haver tal ligação, ou pelo menos não podendo estatisticamente ser comprovada. Essas publicações são analisadas por especialistas de órgãos ou agências reguladoras dos países, visando selecionar os artigos relevantes e confiáveis para subsidiar a emissão de normas e recomendações técnicas que estabelecem limites considerados seguros para a população e usuários dos sistemas (Paulino, 2001).
As normas levam em consideração apenas o efeito térmico das radiações eletromagnéticas e são baseadas em experimentos que indicaram que a exposição de seres vivos, por um intervalo de tempo de 30 minutos à energia eletromagnética, em condições climáticas moderadas, com incidência da radiação de corpo inteiro, com SAR entre 1 a 4 W/kg, proporciona uma elevação de temperatura do corpo de 1 ºC. A partir deste dado fundamental, as diversas normas adotam este valor restritivo para definição de padrões de emissão de campos eletromagnéticos de ERBs (Costa e Silva, 2003).
Os principais institutos de padronização de segurança de renome internacional basearam a definição de seus parâmetros para a instalação de ERBs, em estudos dos efeitos térmicos da radiação não ionizante no corpo humano. Os organismos com padrões de segurança mais aceitos a nível internacional são: Institute of Eletrical and Eletronics Engineering - IEEE; American National Standards Institute - ANSI; International Comission on Non-Ionizing Radiation Protection - ICNIRP e National Council on Radiation Protection and Measurements – NCRP (Tavares, 2001). A Tabela abaixo expressa os limites máximos de densidade de potência para limitação da exposição do público em geral, estabelecidos pelas entidades citadas.
As normas levam em consideração apenas o efeito térmico das radiações eletromagnéticas e são baseadas em experimentos que indicaram que a exposição de seres vivos, por um intervalo de tempo de 30 minutos à energia eletromagnética, em condições climáticas moderadas, com incidência da radiação de corpo inteiro, com SAR entre 1 a 4 W/kg, proporciona uma elevação de temperatura do corpo de 1 ºC. A partir deste dado fundamental, as diversas normas adotam este valor restritivo para definição de padrões de emissão de campos eletromagnéticos de ERBs (Costa e Silva, 2003).
Os principais institutos de padronização de segurança de renome internacional basearam a definição de seus parâmetros para a instalação de ERBs, em estudos dos efeitos térmicos da radiação não ionizante no corpo humano. Os organismos com padrões de segurança mais aceitos a nível internacional são: Institute of Eletrical and Eletronics Engineering - IEEE; American National Standards Institute - ANSI; International Comission on Non-Ionizing Radiation Protection - ICNIRP e National Council on Radiation Protection and Measurements – NCRP (Tavares, 2001). A Tabela abaixo expressa os limites máximos de densidade de potência para limitação da exposição do público em geral, estabelecidos pelas entidades citadas.
TABELA 10 - LIMITES MÁXIMOS DE DENSIDADE DE POTÊNCIA PARA LIMITAÇÃO DE EXPOSIÇÃO DO PÚBLICO EM GERAL
Organismo Densidade de potência (mW/cm²)
800 – 900 MHz / 1800 – 2000 MHz
ANSI / IEEE 0,57 / 1,20
ICNIRP 0,40 / 0,90
NCRP 0,57 / 1,00
Os limites da densidade de potência na faixa de freqüência de 800 a 900 MHz são mias rígidos que na faixa de 1800 a 2000 MHz, pois o tecido humano absorve mais radiação na faixa mais baixa de freqüência. A exposição para os seres humanos, segundo os institutos ANSI, ICNIRP e NCRP, deve ser mantida abaixo de uma SAR de 0,08 W/kg, que é uma margem de segurança de 50 vezes sobre o valor de 4 W/kg a partir do qual se observa efeitos biológicos sobre o corpo humano (Tavares, 2001).
Dado ao crescimento do número de instalações de antenas de rádio base, os governos dos diversos países vêm regulamentando a matéria, estabelecendo limites de exposição dos seres humanos à radiação proveniente das ERBs, adotando, em alguns casos, os padrões estabelecidos acima.
Dado ao crescimento do número de instalações de antenas de rádio base, os governos dos diversos países vêm regulamentando a matéria, estabelecendo limites de exposição dos seres humanos à radiação proveniente das ERBs, adotando, em alguns casos, os padrões estabelecidos acima.
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